quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Reflexão do dia por Dr. Paulo Guerreiro


Muitas pessoas passam por nossa vida. Algumas deixam marcas que, como diz a música, ficam que nem tatuagem. Outras, como maquiagem, simplesmente desaparecem rapidamente e mesmo retocadas jamais refletiram a beleza da alma de quem a expôs.
Na minha caminhada encontrei pessoas maravilhosas e que já tive o prazer de retrata-las em minhas poesias e textos, mesmo aquelas que se distanciaram, que me fizeram sofrer ou até mesmo chorar, ou que, também, as tenha magoado. E, não falo aqui só dos amores, mas, das amizades também.
Aprendi com o Poeta Vinícius de Moraes, que tive o prazer de na minha juventude conhecer pessoalmente através de um amigo em comum, que na vida não se ama uma só vez. Que podemos amar, inclusive, ao mesmo tempo, diversos amores.
Ao ser indagado por mim, como ele, tendo escrito "Para se viver um grande Amor", um dos seus poemas que mais gosto e tendo se casado diversas vezes, pode expressar nele, que no amor temos que ser de um só. Ele no seu jeito de falar, me disse que "o importante é que este amor seja diferente, pois o amor nunca pode ser igual, nunca é igual, ele é exclusivo de cada pessoa que se ama e é amada."
Hoje com meus quase 60 anos de idade, de vida e de amores, vejo o quanto ele sabia do amor, o quanto eram verdadeiras as suas palavras e o quanto sentido tinham elas e fazem até hoje, pois o amor nunca será único, mesmo podendo ser ou ter sido, um amor para toda a vida.
O amor renasce em nossos corações a cada despertar do dia, sem hora marcada.
Paulo Vicente Guerreiro Peixoto

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