quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Eu e a Maçonaria pelo Dr. Paulo Vicente Guerreiro Peixoto


Todos sabem que gosto de escrever meus textos, sempre levando uma palavra de amor, de solidariedade, de incentivo, de tolerância e respeito entre as pessoas e dirigidos, principalmente, à FAMÍLIA, esta instituição tão deixada em segundo plano nos dias atuais e os encerro rogando ao GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO que nos proteja e abençoe.
Aí, alguém me indagou se eu era Maçom e, como sendo Maçom, podia pregar a Palavra de Deus nos meus textos, frequentar a Igreja Católica, citar reflexões Espíritas, além de fazer menções aos cultos de raízes africanas.
Ora , meus Amigos e Irmãos, antes de ingressar na Maçonaria, a estudei bastante, principalmente, pelos ensinamentos religiosos e espirituais em que fui criado, e, confesso que, relutei, pois, passando a conhecer os seus princípios morais e éticos e, do que significava ser um VERDADEIRO MAÇOM, não me achei digno de adentrar à FAMÍLIA MAÇÔNICA, somente o fazendo após me sentir pronto para me aperfeiçoar na busca de me tornar um ser humano melhor e fiel aos ensinamentos de Deus, da caridade, do amar meu semelhante como um Irmão e de servir àqueles que necessitam de apoio e ajuda.
Muito se fala da Maçonaria, muitos à vêem como algo diabólico, repleta de segredos e de práticas de rituais que ferem os ensinamentos de Deus.
Mera fantasia ou maldade daqueles que, por medo ou falta de conhecimento, assim agem, pois a MAÇONARIA tem na Bíblia O LIVRO SAGRADO, O LIVRO DA LEI, o qual utilizamos em nossas Lojas Maçônicas e antes de iniciarmos nossos trabalhos, o abrimos e lemos um dos seus Salmos.

A Maçonaria não é uma religião, nem partido político, é uma sociedade discreta, onde suas ações são reservadas e interessa apenas àqueles que dela participam. A Maçonaria é uma sociedade universal, cujos membros pertencem a várias classes sociais, na qual desejam o melhor para a humanidade, buscam os princípios da liberdade, da democracia, da igualdade, da fraternidade e do aperfeiçoamento intelectual.
A Maçonaria admite que todo homem é livre e possui bons costumes, não fazendo distinção de raça, religião, ideário político ou posição social. Suas únicas exigências são que o candidato possua um espírito filantrópico e de buscar sempre a sua perfeição, aprendendo e permitindo-se mudar moralmente, pois ao ingressar na Maçonaria, todos nós somos como pedras brutas, que precisam ser lapidadas.
Assim , poucos são os que conhecem a verdadeira Maçonaria e muitos são aqueles que dela se aproveitam ou querem denegrir a sua imagem, e, da mesma forma, buscam através dela um suposto enriquecimento material, quando em verdade lá só nos enriquecemos espiritualmente e buscamos ser melhores homens para nossas famílias e cidadãos de bem para a sociedade.
Como na vida e em todo ramo de atividade profissional, existem pessoas que fogem aos ensinamentos de Deus e da ética e, na Maçonaria não seria diferente, pois não somos perfeitos, e, como disse acima, ingressamos nela carregando as imperfeições do mundo profano em que vivemos para, através de seus ensinamentos e normas, mudarmos nossas atitudes e evoluirmos como seres humanos, e, se assim não procedermos estamos sujeitos a um Código e as suas penalidades.
Espero que, assim como o Amigo que me fez a indagação, todos tenham ficado satisfeitos com este meu texto e possam olhar a Maçonaria com outros olhos, pois, independentemente de religião ou credo, somos todos filhos e filhas de Deus, daquele que chamamos de GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO, e, que possa Ele nos abençoar e proteger por toda a nossa existência.
Muita Luz.
Paulo Vicente Guerreiro Peixoto

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